RSS Eu vivo no Condomínio Porto Seguro desde pequeno e muitas coisas aconteceram. Então, para não esquecê-las e mostrá-las ao mundo, vou escrever aqui.

Histórias Relembradas - Capítulo 2

Bom, antes de mais nada, gostaria de dizer que eu tinha parado de escrever esse blog porque lembrar de histórias que aconteceram há 5, 6 anos atrás (principalmente quando você tinha 8 anos na época) e tentar escrever elas com todos os detalhes possíveis, depois perceber que ela ficou com 10 linhas é um negócio meio traumático pra pessoa. Então eu fiquei sem escrever nada nele por 2 anos... ATÉ QUE eu entro em meu email e vejo que alguém comentou no blog, falando que queria ler mais. Apesar de eu achar ser alguém que conheço (o cara postou como anônimo), resolvi continuar porque as repudiações constantes cessadas há pouco por carniceiros e a ânsia pela sensação nostálgica de cheirar meias de mendigos me levaram a essa conclusão espalhafatosa e incrédula de que o projeto aqui descrito está em fase de desenvolvimento, e precisa ser terminado.

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História 1 - xixi na escada
Época dessa história: sem idéia.
Me contaram que uma vez o João Pedro estava com muita vontade de fazer xixi e estava na escada do Angra, então ele resolveu mijar lá mesmo.
Só que o zelador do Angra (zilmar) ficou sabendo e foi falar com ele (esse dia eu tava junto), e o João abaixou a cabeça e soltou a seguinte explicação:
- Desculpa, eeeeh que eu tava com com vontade de fazer xixi, eeeee não deu para segurar, desculpa.
Aí o zelador disse alguma coisa e foi embora.
Meu, ELE QUASE CAGOU de medo aquele dia.

Eu sei que já tem o arquivo marlucio, mas eu não agüento, vou colocar outra história dele aqui mesmo.

Historia 2 - Mina de dinheiro

Época da história: mais ou menos no livro 2 - "A guerra das caveiras"
Nessa época a gente costumava brincar bastante no half (pista de skate) do condomínio. Só que não era com skate. A gente brincava de mãe da rua (muito) e outras coisas que não lembro agora...
E praticamente toda vez que a gente ia, o Marlucio achava dinheiro no chão. O negocio era impressionante, ele do nada apontava e falava:
- Olha! Uma nota de dez reais.
Aí ele pegava. Uma vez ele chegou a achar uma nota de 50 reais.
Eu sempre duvidava, mas vai saber......

Uma vez com o Daniel, ele disse:
- Ah, esse dinheiro é da minha mãe, ela perdeu. Vou devolver pra ela.



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