Mais uma mentira de Marlucio
Pra começar as histórias, vou contar outra mentira que o Marlucio disse que eu lembrei agora.
Quando eu era pequeno e falava berrando. Isso era verdade, mas o Marlucio passou um pouco da conta com essa aí... Ele disse que eu estava no salão de festas do Angra(que eu nunca entrei) e gritei tão alto que eu rachei o chão... Não preciso nem falar se é exagero ou não.
Obs.: Eu disse e repito, não adianta perguntar ao Marlucio, ele vai dizer que nunca disse isso.
Os segredos do terreno Baldio
Se vocês entrarem no site do porto seguro, você vai ver que há 12 prédios, e quando você o mouse por cima aparece o nome dele, mas tem um que não mostra, porque no lugar dele tem um terreno baldio só com as bases do prédio.
Ele tá do mesmo jeito desde que eu comecei a descer, e as histórias também, e são algumas delas que eu vou contar.
- O matador de gatos No terreno baldio, tem um vigia que mora numa casona que aparentemente está caindo aos pedaços. Dizem 2 coisas sobre esse cara: - Ele tem um espingarda e ameaçou um moleque que pulou lá dentro. Eu acho que isso é verdade, porque como o Iago disse (ele aparece mais pra frente), ele tem que ter uma arma pra espantar sem-terras ou ladrões. Por isso pode ser verdade. - Ele mata gatos e põe eles numa casa lá dentro. O Ian (aparece na próxima parte) disse que já entrou na casa e viu um monte de cabeças de gato e corpos, uma nojeira só. Eu é que não entro pra comprovar.
- Pulando no terreno
Mas, teve uma vez que foi cúmulo das cagadas. Antes de tudo começar, o Luan começou a gritar da casa dele:
- Pega neguinho pulando o terreno baldio.
Mas por sorte, ninguém ouviu.
Segundo, como estava díficil de abrir um buraco na única parte que fica escondida e não pra ver o que estamos fazendo porque tem o lixão bloqueando a visão, então onde nós abrimos o buraco? No meio da rua, claro! Depois, eu ia entrar pelo buraco e o Ian por cima. Quando eu entrei ele tava com uma perna pra dentro e outra pra fora, sentado em cima da parede. Ele tava carregando um bambu falando que era a arma dele(sem malícia), então ele disse:
- Matheus, pega minha arma(sem malícia).
E atirou o bambu pra eu pegar. Só que ele atirou tão torto que pegou numa caixa d'água da Sabesp que tinha lá. Mano, fez uma barulho tão alto que o porto inteiro ouviu. Aí o tiozinho saiu com a espingarda(o Ian disse que viu) e cercou de seguranças. Nós saímos correndo que nem loucos, mas eu fui "pego". Por sorte, só tomei bronca.
Por enquanto, vocês só vão ouvir essas histórias do terreno baldio, mas ele tem muitas outras que vão aparecer ao longo da história.
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